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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A Verdadeira Origem da Árvore de Natal


Com o Advento do Natal resolvi fazer uma pesquisa sobre a verdadeira origem da árvore de natal, que é usada por muitos cristãos. Dentre as diversas versões, algumas fantasiosas ao extremo, onde até coloca Lutero como criador da tradição, a versão abaixo me pareceu a mais plausível:
 Os antigos germânicos criam que o mundo e todos os astros estavam sustentados pendendo dos ramos de uma árvore gigantesca chamada o “divino Idrasil” ou o “deus Odim”, a quem rendiam culto a cada ano, no solstício de inverno, quando se supunha que se renovava a vida. Odin era um deus da mitologia germânica, chamado também de Wotan. Era considerado o demônio do mundo. Tinha dois irmãos, Vili e Vé. Segundo a lenda, Odin e seus irmãos mataram o gigante Ymir e de sua carne formaram o mar; dos ossos, criaram as montanhas; dos cabelos, fizeram as árvores; e do seu crânio, a abóbada celeste. Fizeram, ainda, de dois troncos de árvore, o primeiro par humano, Ak e Embla. Esta é uma explicação grosseira que o inferno usa para substituir os atos da criação que o nosso Deus realizou, tal como descritos em Gênesis I.
A principal função "divina" de Odin era a de deus da guerra; trazia na mão a lança Gungir, cujo golpe nenhuma força poderia conter, e montava o cavalo Sleipnir, que tinha oito patas, e no qual cavalgou até Yggdrasill, árvore onde se sacrificou, para si mesmo, pendurado por uma lança nesta "Árvore do Mundo" (ou "Grande Árvore").
 A celebração desse dia consistia em adornar um carvalho, também chamado de “o carvalho sagrado de Odin”, com tochas que representavam as estrelas, a lua e o sol. Em torno desta árvore bailavam e cantavam adorando ao seu deus.
Contam que São Bonifácio, evangelizador da Alemanha, derrubou a árvore que representava o deus Odim, e no mesmo lugar plantou outro pinheiro, símbolo do amor perene de Deus e o adornou com maçãs e velas, dando-lhe um simbolismo cristão: as maçãs representavam as tentações, o pecado original e os pecados dos homens; as velas representavam Cristo, a luz do mundo e a graça que recebem os homens que aceitam Jesus como Salvador.
Este costume se difundiu por toda a Europa na Idade Média e com as conquistas e migrações chegou à América. Pouco a pouco, a tradição foi evoluindo: trocaram as maçãs por bolas e as velas por luzes que representam a alegria e a luz que Jesus Cristo trouxe ao mundo.
Sendo assim, conforme esta versão, a Árvore de Natal surgiu em substituição ao Carvalho sagrado de odin, uma estratégia de evangelização de um povo pagão, a meu ver, válida apenas para aquele povo e que portanto não deve ser copiada e incorporada às tradições cristãs.

Referências:

1 comentários:

luiz alberto disse...

pastor,voce deveria pesquisarmais sobre as religioes pagãs na antiga babilonia a saturnalia romana,e os rituais e costumes pagãos introduzidos por constantino na igreja cristã,na tentativa de deturpar o cristianismo,boa sujestão ver o video o espelho dos martires 1 e2.

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